Um disco por semana: Crosby, Stills, Nash & Young – Déjà Vu (1970)

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Se você é como a gente que adora ouvir discos, do começo ao fim, com repeats insanos por dias a fio, você chegou no lugar certo. 

A partir de hoje, abrimos espaço aqui no blog pra falar só sobre discos; mas essa responsabilidade não é minha não, é do nosso novo colaborador! \o/

Tato França é nosso amigo de looonga data, é publicitário e dono do blog “Dia 36“, cuja proposta é exatamente esta: falar sobre discos.

Para o nosso blog, o Tato vai nos levar por uma viagem no tempo e mostrar os melhores discos já lançamos pelo mundo todo. E se você acha que sabe tudo de rock (jazz, folk, blues…), prepare-se para se surpreender com os achados incríveis que ele tem na manga. A cereja do bolo fica por conta do download no fim do post! (eba!!!!) 

Pro ponta pé inicial, ele nos mandou o disco “Crosby, Stills, Nash & Young – Déjà Vu (1970)“, da série intitulado por ele como “Discos da minha vida“!

 Nos anos 60, sonoridades diferentes eram buscadas e um grupo surgiu para misturar harmoniosamente o pop e a psicodélia. O time merece respeito. Graham Nash, Stephen Stills e David Crosby gravaram o primeiro disco em 1969. Fez sucesso, mas ainda faltava algo. Uma voz rasgada era bem-vinda para contrastar com os vocais suaves. Finalmente com a chegada de Neil Young o quarteto estaria completo.
 
      O álbum “Déjà Vu” não foi um mega sucesso à toa. O disco chegou ao primeiro lugar da parada da Billboard porque fizeram excelentes composições. Era bem mais elétrico e tinha clara influência de Young. Estima-se que foram usadas 800 horas de estúdio. Foi gravado em faixas individuais para exibir a atenção meticulosa aos detalhes. Quatro singles foram lançados.
 
      Após a turnê do verão de 1970 o grupo dissolveu-se. Um álbum duplo ao vivo resultou das canções dessa época. “4 Way Street” (1970) foi lançado após o rompimento e tornou-se um dos melhores trabalhos, pois ao vivo o grupo realmente brilhava.
 
      Crosby, Stills, Nash & Young se tornaram a síntese – ao lado do Jeferson Airplane e do The Mammas and The Pappas – do que foi a segunda metade da década na América”.

 

Pra baixar o disco vem por aqui.

*Tato é colaborador do Blog do Peppers e escreve no Dia 36

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